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Prólogo: Na frente de um abismo

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Re: Prólogo: Na frente de um abismo

Mensagem por Zino em Seg Jan 18, 2016 1:48 am

Angel explora a torre de sua mãe. Papéis caixas e armários tinham cada um coisas diferentes para ver. Sobre a escrivaninha tinham só 3 papéis. Passando o olho sobre eles a vampira vê se tratarem de três documentos. Um deles era a escritura da torre. Outro deles tinha sido bem maltratado. Este possuía o selo da coroa estampado com carimbo. Os amassados eram tantos que dava a impressão de que um dia tinha sido esmagado até virar uma bola. Aquele papel era uma proposta feita para a compra das terras. Não fora assinada, então não tinha sido aceita. O terceiro documento era muito parecido. fora redigido no mesmo papel decorado do segundo. Mas este não tinha sido punido, ou sequer tinha o selo da coroa. Parecia uma carta redigida para Rose.
A letra era ruim de decifrar pois fora escrita de forma tremida. Não dizia muita coisa, era um texto curto. A pessoa não chega a se identificar no papel, mas a mensagem era bem clara. Era um pedido de desculpas.  

Cara Rose
Sei que o exílio em que se colocou não lhe trouxe a vida que procurava. Se é isso mesmo que você procura nestas terras tão vazias... Pode ser que não mais tenha a oportunidade de lhe escrever. Pois o tempo que tenho sobrando me é cada vez mais curto. Eu teria muito a lhe dizer, mas sei que não quer ouvir nada que venha de mim ou o resto do clã.
Então apenas lhe escrevo esta carta, para dizer que sinto muito.
Não vou mais lhe dar cobertura.
Kyrr voltará ao poder da coroa em breve. Alguma hora iria acontecer. Talvez seja melhor desistir antes que saibam quem tinha a posse dessas terras esses anos todos...
Nas caixinhas que Angel enfilera sobre a cama haviam várias coisas pequenas. Uma delas era um pequeno cofre, com 6 Peças de ouro e 13 de prata dentro. A segunda possuía alguns materiais de escritóiro. A terceira possuía o que pareciam ser pontas de flecha. Um punhado delas. Todas de metal polido.
A última tinha o colar. Ele era o único objeto que havia na caixinha. Era uma jóia simples, sua corrente de metal segurava a pedra vermelha cor de sangue que estava envolvida por uma sacolinha feita por minúsculas argolas de ferro.

Sentinela
- Tudo aqui era de Rose
- Menos meu escudo
- Ninguém além de mim entrava aqui antes de hoje
- Eu agradeço muito pela torre, prometo não deixar cair outra janela
Ela segura a espada apontando para o chão em sua frente e curva-se num sinal de respeito.
No armário de Rose haviam dois vestidos simples, o tipo de roupa que se esperava de uma camponesa. Havia também uma armadura preta bem leve de couro com detalhes em cinza claro. As três roupas estavam bem empoeiradas.
A sentinela que acompanhava parecia bem preocupada enquanto olhava pela janela em direção à montanha que ficava à oeste. Ela chega perto do sofá-cama onde estava deitada a bampira e pega o escudo pesado que havia encostado ao lado dela. Acontece outra explosão lá em cima logo depois, dava apenas para ver o brilho à distância como se fosse uma estrela no horizonte. E outra coluna de fumaça se ergue.  

Sentinela
- Tem algo muito ruim acontecendo lá em cima...

O que acontecia no topo daquele velho forte era mais um atauqe de consequências explosivas. Morgoth salta para traz e o monstro tenta lhe atingir denovo tomando a oportunidade. MAs ele erra, e sua massa fica esticada após o golpe. A gosma era lenta, e demora para se retrair, então Morgoth dispara direto contra o centro do monstro. A explosão é grande e derruba outra parte da parede.
A geléia preta fica espalhada pelo chão em algumas poças. Parecia uma vitória, mas logo as duas maiores poças de fluido preto se erguem do chão e avançam contra o bruxo o cercando. Estando menores e com pouca substância elas pareciam mais ágeis. A poça de gosma que avança por baixo agarra sua perna fazendo a bota que vestia se corroer e queimar um pouco de sua pé.




Gosma ocre: -18 PV, repartida em duas, sangrando
Morgoth: -4 Pv (tem que fazer outro teste de resistência para dano continuo do acido)


-

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Re: Prólogo: Na frente de um abismo

Mensagem por choxi2 em Seg Jan 18, 2016 3:04 pm



Mogoth tentaria resistir ao ácido em sua perna e se ve encurralado porem não abalado pois sabia que sua vitória viria de sua devoção a Orcus

Morgoth
--Amaldiçoado seja sua existência !

Morgoth amaldiçoava a outra gosma e então usava Aperto Diabolico na gosma a sua frente a pegando e atirando contra a outra gosma tentando empurrar ambas torre abaixo

Ação escreveu: choxi2 efetuou 1 lançamento(s) de dados d20 (Imagem não informada.) :
16

Teste escreveu: choxi2 efetuou 1 lançamento(s) de dados d10 (Imagem não informada.) :
6

Maldição do bruxo escreveu: choxi2 efetuou 2 lançamento(s) de dados d6 (Imagem não informada.) :
1 , 3

Aperto Diabolico escreveu: choxi2 efetuou 2 lançamento(s) de dados d8 (Imagem não informada.) :
5 , 6
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Re: Prólogo: Na frente de um abismo

Mensagem por Yuuko Kanoe em Seg Jan 18, 2016 4:32 pm

Angel
- Parece que ela.....

Nem completava a frase após ler o conteudo das cartas, um exilio por sua propria vontade? Ou simplesmente era sua unica saida, mas uma coisa era certa. Ter terras era algo perigoso uma vez que não fossem da coroa, mas não explica o potque ficou longe do clã ou de quem a protegia esse tempo todo e de fato era deles que eu ia ter algumas respostas... As demais coisas eram apenas uma caixinha de material feito de ouro e prata a qual fecho e coloco perto de minha mochila, material de escritorio, esse eu não ia precisar e pontas flechas, bem melhores que as minhas, o que sugere que também era arqueira? Soa estranho visto que seria a ultima coisa que deixaria para trás. O ultimo... um lindo  colar, na verdade uma correntinha que estava lá e junto um pingente lindo... parecia estar em bom estado e assim o monto para colocar em meu pescoço enquanto ouço a sentinela, que me deixa com a cara vermelha após seu gesto.

Angel
- N-Não... Precisava fazer isso!
- U-Um obrigada bastava!

Me levantava sem jeito da cama para ver o armario e notei que tinha uma armadura cheia de poeira, devia usar isso para combates simples, ou era seu reserva... Tirei e coloquei em cima do sofá, mas não dava para pensar o que fazer, uma batalha parecia esta ocorrendo na montanha ou alguém queria arrumar problemas, de fato um lugar a qual eu não devia visitar nem tão cedo.

Angel 
- Será que serve? (pergunta feita com relação ao vestido)
- Infelizmente eu preciso ir, tem certeza que o norte é o local para onde tenho que ir?

Perguntava arrumando minha mochila e colocando a carta junto a caixa de ponta de flechas e olhando para a janela imaginando o que a fez correr.

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Re: Prólogo: Na frente de um abismo

Mensagem por Zino em Ter Jan 19, 2016 12:23 am

Angel reúne o que tinha conseguido e coloca em sua mochila. Seu olhar fitava o horizonte atravez da velha janela enquanto teorizava quanto ao que havia contecido com Rose. Os itens eram colocadosdentro da mochila para a qual não estava olhando. A armadura colocada na cama parecia lhe servir. Diferente dos vestidos comuns no armario que pareciam um pouco mais apertados. A sentinela faz um sinal de positivo com a mão quando Angel lhe pergunta se iria caber.
Sentinela
- Ao norte fica o pedaço de chão que era de sua mãe
- E ao sul após a ravina você deve pdoer encontrar um de seus parentes
- Se você já está de saída, lhe desejo boa sorte
- E se precisar de meu auxílio denovo, já sabe onde me encontrar

Morgoth esbraveja amaldioçando a gosma nojenta uma última vez antes de agarrar a forma viscosa com uma garra espectral e joga-la contra si mesma. A grande mão negra de energia sulforosa bate uma metade do monstro contra a outra, fazendo ambas se chocarem. A pancada joga para fora a perna e o capacete que estavam mergulhados no monstro e direto na parede, assim como parte dele próprio que se espalha pelo chão todo. Com um empurrão logo em seguida caem ambas as metades principais do bixo para fora da fortaleza atravez da parede que havia sido destruída pelos ataques do bruxo. Ele vê as massas negras mergulharem no abismo até sumirem de vista lá embaixo.

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Re: Prólogo: Na frente de um abismo

Mensagem por Yuuko Kanoe em Ter Jan 19, 2016 12:32 am

Antes de ir, eu troco de roupa colocando sua armadura, seria interessante lutar como ela lutou, talvez ate trazer nostalgias para a sentinela que me veria com aquilo, caso fossemos parecidas. Escutei o que ela dizia, enquanto me vestia e tendo a certeza de que não ia esquecer de nada, com a mochila nas costas, gravei os lugares onde eu deveria ir e me parece que não ia voltar nem tão cedo para cá.

Angel
- Devia ser mais animada. Prometo que vou voltar.
- Com ela...
- Ai podem voltar a brigar de novo na taverna.

Dizia com um sorriso e a abraçando novamente, não gosto de despedidas, na verdade eu detesto, mas essa era necessaria.

Angel
- Vê se toma jeito e se cuida.
- Quero encontrar você quando voltar.

Acenava e descia as escadas para continuar minha jornada.

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Re: Prólogo: Na frente de um abismo

Mensagem por choxi2 em Ter Jan 19, 2016 12:37 am

Morgoth sai triunfoso de sua segunda batalha, porem com alguns machucads em sua perna, Morgoth usaria mais um pulso de cura para tentar ficar 100% e então voltaria a subir as escadas

Morgoth
"Principe Orcus.....sinto que estou quase alcançando o traidor...."

Morgoth subiria ainda segurando o mangual firmemente em mãos

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Re: Prólogo: Na frente de um abismo

Mensagem por Nagato em Ter Jan 19, 2016 9:59 pm

O lugar ainda dava calafrios para o jovem Azarel. O garoto aparentava ver uma figura a janela da casa, a medida que seus olhos negros transpassavam pela casa velha indo diretamente pela montanha. Por um momento o garoto pensava em recuar, mais a ansiedade de encontrar o suposto demonio falava mais alto.

''Droga... ainda vou me ferrar por minhas decisões.''

O jovem Tiefling começava a caminhar em direção a escadaria, ainda desconfiava da mulher, o que deixava o garoto sempre atento. Seus passos era ligeiramente leves, e quanto mais o garoto se aproximava da escadaria, uma sensação horrível predominava seu corpo.

-Que... sensação... é... horrível - O garoto pararia de frente para a casa. -Oque aconteceu aqui... parece que... tem alguém morando lá...

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Re: Prólogo: Na frente de um abismo

Mensagem por Zino em Qua Jan 20, 2016 12:19 am

Morgoth recupera o fôlego e volta a subir as escadas. Quanto mais subia, mais escuro ia ficando, até não dar para enchergar nem um palmo em frente ao seu rosto.

Angel veste a velha armadura de sua mãe. Servia-lhe perfeitamente. Embora estivesse um pouco empoeirada parecia estar em ótimas condições. O corselete tinha apenas alguns poucos arranhões sem importância. Assim que estva pronta para ir ela se despede da sentinela

Sentinela
-- Ficarei esperando
-- Talvez dê um jeito nesse lugar até seu retorno
Angel desce as escadas em direção a porta para sair. Atraz dela a vampira escuta passos e, ao se virar, vê algo brilhante cortar o ar em direção.

Azarel para em frente à casa enquanto aproximava-se das escadas. Estava com uma sensação muito, muito ruim


Mulher da taverna
-- Oh...
-- Eu não...
-- Hã...
Mulher da taverna
-- Mas não... não dá...
-- Ninguém mora mais aqui
-- Não tem como alguém ainda... viver lá dentro...
A mulher aprecia estar ficando assustada. Seja á o que tinha na casa, parecia uma surpresa também para ela. Um barulho bem alto e pesado a assusta, fazendo com que grite e dê um pulo para fora do chão. Os dois olham para o lado e vêem o que parecia ser uma grande gosma preta caída no chão. Logo em seguida outra cai um pouco mais longe causando um forte impacto.
O líquido preto respinga para os lados ao bater no solo. As plantas onde ele tocava eram derretidas.
Aquelas duas massas negras então se levantam. Estavam balançando agitadas como se tivessem vida. A mulher se esconde atraz de Azarel.




Angel descobre que o brilho vindo em sua direção era uma adaga. Uma adaga que já conhecia, a adaga da sentinela.Mas desta vez não vinha em direção em sua garganta. A mulher a segura pela lâmina, oferecendo o cabo para Angel.
Sentinela
-- Leve consigo
-- Suas flechas são finitas
-- E socos não vão adiantar contra tudo...

Angel teria que escolher a qual lugar ir primeiro quando saísse. Já que havia tanto o sul quanto o norte em seu destino.

MOrgoth não via praticamente nada. Ele pode sentir que estava já no fim da escada, e andando em piso normal. Mas não tinha luz nenhuma. Isso muda quando duas luzes surgem a muitos e muitos metros de distância. Duas luzes vermelhas. Eram olhos, encarando-o atravez da escuridão. Seu olhar intenso parecia penetrar própria alma.



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Re: Prólogo: Na frente de um abismo

Mensagem por Yuuko Kanoe em Qua Jan 20, 2016 12:54 am

Descia as escadas e agora realmente estava pronta para seguir viagem, ate ouvir passos vindos atras de mim e um brilho cortar o ar.... Minha querida baba que me presenteia com sua adaga, assim como da primeira vez, quase me mata do coração, ela realmente precisava de umas aulas de como chamar a atenção de alguém...

Angel
- Erm.. A senhora quer me matar do coração?
- Achei que ia lutar de novo...
- Obrigada, vou cuidar muito bem dela.
- Cuide-se e se precisar estarei no norte.

Norte foi o primeiro caminho a qual foi-me indicado, logo... coloquei a adaga escondida na armadura, na cintura e segui para lá, esperando não sofrer com o calor.

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Re: Prólogo: Na frente de um abismo

Mensagem por Nagato em Qua Jan 20, 2016 9:53 pm

Azarel observava a reação da mulher, era uma surpresa para mulher também a figura na casa cuja o Tiefling havia visto. Ambos ouvem um barulho colossal, enquanto observavam duas gosmas pretas caindo de cima da montanha. A mulher se assustando, recuava para trás do Tiefling. O garoto mostrava uma cara frustada, ao tempo em que de suas costas retiraria seu martelo com a mão esquerda, e enquanto girava-o apanhava seu escudo com a mão direita. O garoto ficava a postos, a medida em que o manto que ficava atrás de sua armadura caia ao chão.


*Azarel
-Que legal... estava tão ansioso para lutar. O jovem Tiefling parecia irônico, enquanto voltava seu olhar para a mulher. -Não se preocupe, eu te protegerei... hãn... donzela. Só fique longe...

Azarel voltava-se para a gosma cuja estava mais perto. Seu olhar era amedrontador, a ponto de forçar o inimigo a ter algum tipo de reação medonha perante o tiefling (Usando causar medo). Esperando a reação do inimigo, o clérigo se moveria com seu escudo a sua frente, para qualquer reação negativa da gosma. O garoto avançaria contra ela com seu escudo empunhado a frente do seu corpo, pretendendo aproximar-se a uma distância que lhe proporcionasse seu golpe. O pesado martelo sibilaria no ar, a medida em que o mesmo atravessaria o ar visando acertar em seu inimigo. Azarel tentaria dois golpes seguidos com seu martelo da mesma forma.

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Re: Prólogo: Na frente de um abismo

Mensagem por Choxi em Dom Fev 21, 2016 11:14 pm

Morgoth
"Então sera que é você o demonio?"

Morgoth pega com uma mão outros dois bastões do sol e arremessa um para perto da criatua e outro deixa mais perto dele para criar um "corredor de luz" para poder enxergar melhor, em seguida Morgoth bate a parte metalica de sua arma no solo e indaga a criatura

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--É você quem assombra a fenda ? (lingua negra)
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Re: Prólogo: Na frente de um abismo

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